Governo assina convênio de R$ 1,2 milhão pra deixar o Tarumã-Açu limpo e saudável
Governador Roberto Cidade assinou o repasse da segunda parcela de um convênio de R$ 1,19 milhão para o Plano Diretor da Bacia do Rio Tarumã-Açu, que já soma R$ 2,17 milhões e promete deixar um dos points turísticos de Manaus mais limpo e organizado até o fim do ano.

Quem visita o Tarumã sabe: o rio é um dos cantos mais queridos de Manaus, point certo de fim de semana, mas também sofre com a pressão de barcos, flutuantes e construções na beira. Pra tentar resolver isso de vez, o governador Roberto Cidade assinou nesta terça-feira (23/6) o repasse da segunda parcela de um convênio de R$ 1.195.480,07 — dinheiro que vai direto pro Plano Diretor da Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu.
Com essa nova parcela, o total que o governo já colocou nesse plano sobe pra R$ 2.173.600,13, saído do Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema). "Estamos assinando esse convênio para que possamos iniciar o planejamento do plano diretor e, no final deste ano, já vamos ter esse plano concluído para que a gente possa manter o nosso Tarumã limpo e saudável", garantiu o governador. Ele também falou que vai ser preciso organizar os flutuantes da região, pra adequar tudo às regras ambientais.
Quem vai meter a mão na massa é a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com a Fundação de Apoio e Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Amazonas (Fadect-AM), com apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). O trabalho tá dividido em cinco etapas: primeiro vem o plano de trabalho, depois o engajamento da população, o diagnóstico da situação atual, o prognóstico de quanto de água vai ser preciso no futuro e, por fim, o plano de bacia com as metas pra região.
Não é só mais um documento de gaveta, não. Esse vai ser o primeiro plano diretor de bacia hidrográfica de toda a região Norte do Brasil, amparado pela Lei Estadual nº 3.167/2007 e formalizado pelo Termo de Convênio 01/2025 entre Sema e UEA. Pra quem não conhece, a bacia do Tarumã-Açu carrega um peso danado pra Manaus — turismo, lazer, economia e abastecimento de água, tudo junto, na mesma área que vem recebendo cada vez mais gente e mais pressão.
Com informações da Agência Amazonas
